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MACROECONOMIA

Análise de questões horizontais que afetam não só a indústria, mas toda a economia, como taxas de juros, de câmbio, oferta de crédito e a conjuntura internacional. 

A inflação, o BC, o governo e os juros

O agravamento da inflação mostra três atores atuando no que fazer. Num canto, o mercado financeiro e alguns acadêmicos defendem um imediato aumento da taxa básica de juros, ou Selic. Noutro, o governo recorre a medidas inconsistentes entre si, e até ao controle direto de alguns preços. Fez e ainda o faz de várias maneiras, como ao alterar regras do mercado de energia, conter o preço de derivados do petróleo e desonerar de tributos federais a cesta básica. No meio está o Banco Central (BC) que reconhece a piora da inflação, mas não aumenta a Selic, tolhido que está por sua dependência do governo.

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4% de crescimento do PIB em 2013?

Há muita gente apegada à previsão de que o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro crescerá 4,00000% em 2013. Coloquei vírgula e esses zeros porque previsões como esta tem a ilusão de querer acertar na mosca. Mesmo que o resultado final começasse com 4, depois da vírgula seria possível acrescentar um número infinito de algarismos, zeros ou não, o mesmo valendo para qualquer outro número relativo a essa taxa.  Assim, acertar na mosca é praticamente impossível, o que retira de tal previsão um caráter científico, pois não terá chances efetivas de se ver correta.

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